Conhece a Lei 4.888, Lei do Couro?
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Conhece a Lei 4.888, Lei do Couro?

Porque privilegiamos sapatos feitos com matéria-prima natural e os mitos dos produtos sintéticos na relação custo-benefício

 

Você sabia que existe uma Lei, desde os anos 60, que proíbe a utilização do termo couro em produtos que não sejam obtidos exclusivamente de pele animal? Pois é. Fuja, então, de quem te oferece couro ecológico, sintético ou vegetal como se fosse a oitava maravilha do mundo e, sobretudo, como se fosse couro legítimo. Compostos químicos como poliuretano, polipropileno ou polivinílico entram na composição desses produtos, que não podem ser chamados de couro. É bem verdade que você pode até pagar menos, mas jamais terá a mesma durabilidade e conforto de um sapato feito de couro natural.

 

http://www.cicb.org.br/lei-do-couro/sobre

 

 

 

 

 

Artigos sintéticos produzidos com base de poliuretano, por exemplo, tendem a esfarelar e são vulneráveis à umidade ou a longos períodos de armazenamento - principalmente na parte interna dos calçados e palmilhas. Enquanto peças de couro natural chegam a durar cem anos (um século!), a vida útil dos “genéricos” não passa de quatro anos - aumentando o consumo. Não existe "couro sintético". Existem, sim, materiais que imitam o couro natural, mas com uma série de desvantagens.

 

 

 

 

Sapatos de couro natural duram mais, deixam os pés transpirarem, evitam bolhas e chulé, tomam a forma dos pés com o tempo de uso, ficam cada vez mais macios e absorvem água (ou suor), como a nossa própria pele. Sem falar que, por se tratar de um artigo de origem animal, o couro possui características únicas em cada corte, tornando a peça mais exclusiva e luxuosa.

 

 

 

 

Aqui na LOUIE a obsessão pela qualidade se traduz em sapatos inteirinhos de couro natural. E não é qualquer couro, veja bem! O couro utilizado nos itens que você calça é natural e de alta classificação. O que significa isso? Quer dizer que nosso forro é feito com couro sem o pigmento empregado para corrigir imperfeições como cicatrizes ou marcas de carrapatos. O pigmento endurece o couro e não deixa seus pés respirarem ao não absorver o suor. Consequência: bolhas e chulé. Nós jamais faremos isso com você, fique tranquilo. Somos adeptos da sabedoria dos egípcios, que já curtiam couro há três mil anos, ou dos chineses, que já fabricavam acessórios de couro resistente muito antes da Era Cristã. Babilônios, hebreus, gregos e até os índios norte-americanos já dominavam a arte de curtir muito antes da indústria moderna decidir, por motivos financeiros, introduzir os componentes químicos na produção de calçados. 

 

 

 

 

A cada ano a indústria de alimentos produz 8 milhões de toneladas de pele bovina no mundo. Os curtumes servem como ferramentas que mantém vivo um ciclo sustentável e de aproveitamento que evita um enorme impacto no meio ambiente. Na real, a engrenagem de produção de peças de couro natural é muito menos poluente e mais ecológica do que a dos artigos sintéticos. 

 

 

 

 

Ah! Lembre-se: sustentabilidade não tem a ver com produto de origem animal. Tem a ver com o uso de recursos renováveis.

 

LOUIE Derby Bethel

 

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